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Artículo técnico

A iluminação natural regressa a Rijksmuseum pela mão da Brakel

22 abril, 2013
A iluminação natural regressa a Rijksmuseum pela mão da Brakel

A iluminação natural regressa a Rijksmuseum pela mão da Brakel

O Museu Nacional de   Amsterdam Rijksmuseum Amsterdam abriu recentemente as suas portas ao público depois de algum trabalho de reabilitação, onde se tem tentado recuperar a linha arquitectónica original, essencialmente da cobertura. Datado de 1885,  este projeto onde iluminação natural desempenha um papel crucial, é patenteado pelo Arquiteto Holandês Pierre Cuypers.

Este edifício do século XIX combina elementos góticos e renascentistas e ocupa um lugar de destaque no Museumplein (Praça do Museu), perto do Museu Van Gogh e do Museu Stedelijk.

A iluminação natural regressa a Rijksmuseum pela mão da Brakel

A entrada da luz natural foi fundamental para a renovação do Rijksmuseum, segundo Wim Pijbes, diretor deste mesmo museu. Para realizar a restauração na cobertura e fachadas foram usados equipamentos Brakel, onde inclui a recuperação de muitas das janelas  que tinham ficado sem efeito durante as remodelações  durante o século XX.

Com este trabalho de renovação no museu conseguiu-se recuperar a aparência original do espaço, colocando a maior parte do vidro original nos dois primeiros pátios interiores.

A iluminação natural regressa a Rijksmuseum pela mão da Brakel

Todas as coberturas em vidro foram fabricados com as dimensões originais  e exatas do século XIX. Para evacuação do fumo e calor foram instalados na cobertura dos pátios duas janelas de desenfumagem modelo Ventria. Além disso com a finalidade de corresponder às exigentes necessidades do projeto em termos de condensação e perda de calor, a Brakel Atmos desenvolveu um tipo de perfil específico para este projeto, evitando qualquer risco de infiltração, condensação e perda temperatura. Tudo isto apenas foi possível graças aos perfis estruturais que constituem o conjunto de lanternins.

Neste video é possivel ver as entrevistas com os gestores de projeto: Wim Pijbes, diretor do Rijksmuseum, Ronald van Wakeren, o escritório de arquitetura Van Hoogevest Architecten e Peter Pieters responsável pela empresa de restruturação Koninklijke Woudenberg.

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